Porquê a canastra real é a mais utópica?
Se quem guarda têm, o que seria o risco de uma jogada inconsequênte?
Porquê buraco se cheio, cheio de cartas na mão?
Se estratégico, porquê sequêncial?
O quê fazer com os coringas, possibilidades genéricas que isoladas ajudam e juntas ajudam o adversário?
Se matemático, porquê joguete do destino?
Porque gastar o tempo com ele, filho de longas possibilidades de jogar o tempo fora em um momento fulgaz como os nossos em que tempo é dinheiro?
Será que seus praticantes são dementes o suficiente?
Ou apenas detentores de uma visão de mundo compreendida apenas pelo oito de copas?
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Um comentário:
É tudo uma questão de tempo e matemática, mas acima de tudo está a sorte, o risco e a intuição. Pergunte ao coelho.
ass. joker I
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